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Mercado Imobiliário
6 de Março de 2018

Guia: como financiar um apartamento

Guia: como financiar um apartamento

A compra de um imóvel costuma ser o maior investimento que alguém faz ao longo da vida, e, por conta disso, é fundamental ter um planejamento para essa aquisição. Em geral, o financiamento é o recurso mais utilizado para tal conquista. Esse processo pode ser demorado, uma vez que envolve várias etapas e documentos para prosseguir com a negociação junto da  incorporadora ou instituição financeira que melhor atender às suas necessidades. Por isso, convém comparar os tipos de financiamento, as condições, as taxas, os prazos, tempo de aprovação e outros fatores para não comprometer o orçamento futuro.

Pela incorporadora

Fazendo o seu financiamento pela incorporadora não são cobrados juros sobre o valor financiado durante a construção do  apartamento, no entanto, corrige-se o contrato pela variação do Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) a partir da data de assinatura do contrato. Com a entrega das chaves são aplicados os juros, geralmente de 12% ao ano, e uma atualização pelo Índice Geral de Preços Mercado (IGP-M) até o fim do financiamento, cobrado a cada 12 meses, ou pago mensalmente.

Em geral, a incorporadora financia até 70% do preço total do imóvel e cobra até o fim do contrato, sem juros, os outros 30% em parcelas intermediárias, que podem ser semestrais ou anuais. Dependendo da empresa, o imóvel pode ser quitado em até 180 meses.

O proprietário pode dar início à solicitação do recurso pela incorporadora e depois mudar para uma instituição financeira. Quem opta por esse tipo de financiamento só pode usar o Fundo de Garantia de tempo de Serviço (FGTS) para quitar a dívida, e não para começar a pagar o imóvel. Para utilizá-lo é preciso ter contribuído por pelo menos três anos, além de não ter nenhum financiamento ativo e nem ser dono de outro imóvel.

Pela instituição financeira

Diversos bancos oferecem condições de pagamento diferentes, como as taxas de juros, a duração dos contratos e quanto do valor do imóvel poderá ser financiado. Diferentemente da incorporadora, as instituições bancárias só concedem o recurso após a conclusão do empreendimento. Por isso, se a opção é comprar um apartamento na planta e financiá-lo, será necessário fazer com a incorporadora ou um banco conveniado.

As instituições financeiras pedem uma entrada de 10% a 30% do valor do apartamento e dão um prazo de pagamento maior em relação às construtoras, podendo chegar a até 420 meses. Lembre-se de que, por conta disso, o valor de juros a ser pago ao longo dos anos pode ser suficiente, por exemplo, para adquirir dois imóveis iguais ao adquirido.

A principal vantagem desse tipo de financiamento é a possibilidade de usar o FGTS para dar a entrada no imóvel, além de ser permitido o uso para quitar total ou parcialmente o restante da dívida. Por conta disso, a burocracia para aprovação é muito maior que a exigida pelas incorporadoras.

Análise de crédito

Ao preencher a proposta de financiamento no banco com base nesses dados, a instituição fará uma análise para verificar se tem condições de arcar com os custos. Será preciso apresentar vários documentos comprovando as informações que constam na proposta, como holerite, extrato bancário, comprovante de residência, entre outros. Em alguns casos também é exigida a declaração de imposto de renda. Nos financiamentos é possível incluir a renda do cônjuge, do noivo ou noiva, ou dos companheiros em união estável. A soma obtida será usada para calcular o percentual de comprometimento de renda.

Documentação

Será necessário entregar originais e cópias do RG e CPF (do casal, quando for o caso), dos comprovantes de estado civil e de renda. A comprovação de renda vai indicar a capacidade de pagamento das prestações, pois o valor delas não pode ser maior que 30% da renda familiar bruta.

Além disso, também é feita uma análise cadastral, que consiste na verificação do nome no Serasa ou no SPC (Serviço de Proteção ao Crédito). Depois disso, se não houver problemas, a liberação de crédito é aprovada com um período de validade que varia de acordo com o banco.

Avaliação do imóvel e liberação de crédito

A instituição bancária realizará uma análise do apartamento a ser financiado para confirmar o seu valor. A partir disso, elabora o contrato, que deve ser registrado em cartório para a liberação do crédito e, então, dar início à cobrança das prestações mensais para quitar a dívida com o banco.


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